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Um novo momento exige novas ações

Quem nunca questionou o rumo da própria vida, que atire a primeira certeza!

Pois é! Nada é estático, felizmente!

A beleza está em aceitar as mudanças que chegam, sem resistência!

O que nem sempre é fácil, pois frequentemente não percebemos o que está acontecendo, num primeiro instante! É necessária muita conexão com o momento presente para conseguirmos tirar isso de letra.

Sem contar o “conforto” do já conhecido, o apego que desenvolvemos por algo que funcionou muito bem outrora, mas que já não acrescenta nada significativo a nossa experiência – já não contribui efetivamente para o nosso crescimento pessoal e muito menos para a nossa felicidade.

E tem também o desconhecido. Ah! Como ele é assustador! Depósito de todos os medos; armadilha disfarçada em falsas ponderações que nos incentiva a permanecer exatamente onde estamos.

Que bom, nestes momentos, podermos contar com o olhar de fora e, assim, voltarmos o nosso próprio olhar para dentro de nós mesmos, só que, dessa vez, de uma maneira mais carinhosa.

Foi o que aconteceu comigo, novamente!

Há algum tempo tenho me sentido desestimulada em fazer novos posts para o blog! Muitas mudanças aconteceram desde o seu surgimento. Porém, nutro um carinho muito grande por ele! Muito mesmo! Por meio dele conheci pessoas maravilhosas e pude compartilhar o pouco conhecimento que possuo sobre determinados assuntos da minha profissão. Profissão esta que já não me veste muito bem!

Opa! Então o impasse mora aí! Sim, ele sempre teve endereço, mas eu me recusava a reconhecer.

Morando em um novo país, com as crianças passando por um período de férias prolongada, encontrei uma desculpa para deixar as preocupações de lado e fazer realmente o que mais gosto: passear com elas!

Claro que os amigos mais próximos começaram a perceber e a incentivar tais ocasiões que me faziam sentir tão plena e, consequentemente, mais criativa.

Por que você não compartilha seus passeios com as pessoas? Por que não escreve algumas dicas dos lugares que já conheceu?  – eram algumas perguntas que surgiam em conversas; ou Adoro acompanhar seus passeios pelas fotos do Facebook/Instagram! Que lugares lindos você tem visitado! – algumas das afirmações.

Erroneamente eu pensei que não interessava criar posts sobre isso, que o foco do blog era outro; porém, na verdade eu estava numa posição de resistência!

Quando reconheci a minha situação, tudo ficou mais claro!

Que bobagem! Ninguém nunca havia me falado o que eu precisava escrever ou não. Sempre tive essa liberdade! Aliás, a liberdade que eu busquei ao criar um blog chamado “Brincando por aí”.

Outro erro foi pensar que passeios são fúteis e não agregam conhecimentos. Sim! Eu tinha essa crença escondidinha em algum lugar do meu ser, o que me deixava com culpa por dedicar tanto do meu tempo a algo “inútil”. Por outro lado, sempre aproveitei cada segundo de cada experiência. Então, o que fazer?

Primeiro foi aceitar que a minha profissão de forma alguma ficará de fora! Ela acrescenta muito ao meu olhar e isso me agrada bastante. O que eu não quero é a formalidade de um compromisso sério com ela. E depois, perceber que a crença que eu adotei, alimentei e permiti crescer em mim, não fazia parte da minha essência. Já devolvi!!!

A partir daí tudo ficou mais leve! Percebi que um simples passeio pode fazer aflorar muita coisa. Inclusive pode trazer à tona diversos assuntos, uma vez que o contato com outra cultura é muito enriquecedor! Também descobrir que essa riqueza pode chegar às pessoas pela narração das nossas vivências.

Agora já estou doida para contar sobre essa experiência, sobre o sistema escolar, o sistema de saúde, enfim, a cultura em geral daqui!

Mas por que estou escrevendo tudo isso? Pra pedir permissão?

Não!!! De forma alguma! Quem quiser continuar comigo será muito bem acolhido! Fico realmente grata!

Escrevo porque sei que existem muitas pessoas vivendo na mesma situação que descrevi no início do texto!

Pessoas que estão relutantes em voltar de uma licença-maternidade, que estão insatisfeitas com os seus empregos, “presas” em relacionamentos falidos, mais preocupadas com o olhar alheio do que consigo próprias, e por aí vai!

Escrevo para que saibam que a mudança não chegará nunca se elas não encararem as entrelinhas das situações que sustentam seus modos de vida. Para que saibam que largar tudo só é uma opção válida quando refletir com sinceridade os desejos do coração, se não, apenas basta mudar o foco do olhar.

Às vezes gostamos demais da nossa casa, o que precisamos é apenas re-arranjar os móveis, investir na decoração, pintar as paredes.

Quando paramos de reclamar e de inventar desculpas, criamos espaço para que as soluções se apresentem. Podemos pensar que não temos nada a perder ou acreditar que só temos a ganhar com as nossas escolhas! Parece a mesma coisa, não?! Mas não é, acreditem!

Sejam criativos!

 

Beijos e até o próximo post!

Curta o “Brincando por aí” no Facebook para acompanhar esta nova fase!

 

 

 

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